Produto do Consumo Juvenil

May 25, 2009 - Leave a Response

Se como jovem interminável estou preso nesse jogo da sociedade, ao invés de entrar na dança da produção vou roubando e copiando o dos outros, até que um dia eu faço o meu.

Canevacci_eXtremo212 diz: “O trabalho é uma espécie de rito de passagem que separa dolorosamente o jovem do adulto. Um rito sem mito. O trabalho como trabalho assalariado se apresenta desde logo como um corte nítido do qual não se pode voltar. É uma passagem unidirecional e irreversível. Ele assume a forma besuntada e deprimente do emprego fixo (no Estado, nas prefeituras, no público etc., uma espécie de prisão perpétua com a permissão de fugir uma vez ao dia), ou do trabalho explorado na fábrica, alienado, mas vivo, do qual é preciso tentar livrar-se de todas as maneiras.
A mutação antropológica da libertação do trabalho (repetitivo, alienado, fixo) pode permitir a difusão descentralizada e diferenciada de um trabalho outro (criativo, individual, temporário). Entre as muitas coisas que essa mutação laboral implica, existem conexões muito estreitas com uma condição juvenil inédita. Em sua posterior fragmentação interna (por causa de uma fraca conexão com setores fortes da produção), os jovens presentes-futuros, encontrando-se num mundo sem trabalhadores, dilatam sua condição de não-mais-adolescentes e ainda-não-adultos. Esse rito de passagem se dilata sem tempo. E sem passagens.”

http://www.metrolyrics.com:

“Satisfaction through the thrill of defeat
Ain’t it sweet

I define success as not working
And I live like a king

We’ve got no competition
We’ve got no accomplished mission
We just wanna live where none other has lived”

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Intertexto Futurista

May 25, 2009 - Leave a Response

marginalf5 f5 f5

http://www.google.com diz: “Contra a arte parcelar, será uma prática global que se dirija ao mesmo tempo sobre todos os elementos utilizados. Tende naturalmente a uma produção coletiva e, sem dúvida, anônima (pelo menos na medida em que, ao não estar as obras armazenadas como mercadorias, tal cultura não estará dominada pela necessidade de deixar traços). Suas experiências se propõem, como mínimo, uma revolução do comportamento e um urbanismo unitário, dinâmico, suscetível de estender-se ao planeta inteiro; e de ser prolongado seguidamente a todos os planetas habitáveis.

Contra a arte unilateral, a cultura situacionista será uma arte do diálogo, uma arte da interação. Os artistas – com toda a cultura visível – chegaram a estar completamente separados da sociedade, do mesmo modo que estão separados entre si pela concorrência. Mas antes inclusive deste corredor sem saída do capitalismo, a arte era essencialmente unilateral, sem resposta. Superará esta era fechada do primitivismo por uma comunicação completa.

Ao ser, em um estágio avançado, todo mundo artista, isto é, inseparavelmente produtor-consumidor de uma criação cultural, se assistirá a dissolução rápida do critério linear de novidade. Ao se tornar todo mundo, por assim dizer, situacionista se verá a uma inflação multidimensional de tendências, de experiências, de “escolas” radicalmente diferentes e isto não já sucessivamente, mas simultaneamente.”

Anônimo e imediatista, imerso na cultura do PROFILE.

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